A
legislação ambiental e as restrições
internacionais ao comércio de madeiras
nativas, vêm impondo limites a essa vantagem
do setor de base florestal brasileiro. Então,
seguindo a tendência mundial, surge a necessidade
do uso, cada vez maior, de madeiras reflorestáveis
como o eucalipto.
Nos próximos anos, há expectativa
de uma participação maior dos produtores
rurais no abastecimento de madeira industrial,
o que poderá contribuir para a normalização
do abastecimento dos grandes consumidores, que
poderão concentrar seus esforços
no processo industrial, ficando a cargo dos agricultores,
o fornecimento de grande parte da madeira. Não
há, entretanto, uma política florestal
mais dinâmica adequada às novas tendências
e mudanças verificadas no mercado de produtos
florestais.
Nesse contexto, para que o Cenário Normativo
aconteça, e a oportunidade seja aproveitada,
será necessário implementar um conjunto
de ações, algumas delas já
preconizadas no PNF, em 2000:
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ampliar
os programas de fomento florestal integrados
à indústria consumidora da madeira;
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negociar
a aplicação dos recursos dos
fundos constitucionais de financiamentos e
fiscais de investimento junto ao Ministério
da Integração Nacional; |
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simplificar
os procedimentos legais e administrativos
para plantio, colheita, transporte, processamento
e comercialização de produtos
e subprodutos florestais provenientes dos
plantios florestais, equiparando a silvicultura
às plantações agrícolas;
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dimensionar
os programas de expansão da base plantada
em função da demanda do mercado
consumidor, com a participação
de pequenos e médios produtores rurais;
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apoiar
técnica e financeiramente os pequenos
e médios produtores, com linhas de
crédito adequadas quanto às
taxas de juros, prazos de carência e
amortização. |
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