A
silvicultura brasileira detém tecnologia
de ponta na atividade. Segundo estimativas, o
setor florestal mantinha, em 2004, 5,4 milhões
de hectares de plantações florestais
de rápido crescimento, dos quais 60% de
eucalipto. Em Minas Gerais, primeiro colocado
do país, o eucalipto utilizava uma área
1,52 milhões de hectares (46,3%), seguido
por São Paulo (18,2%) e Bahia (11,8%).
Isso tudo respeitando restritos padrões
ambientais, bem como o Código Florestal.
Atualmente o consumo da madeira do eucalipto
concentra-se na siderurgia a carvão vegetal
e na produção de celulose, segmentos
que consomem entre 65 e 75% do total. O restante
é utilizado, de forma crescente, por outros
segmentos como lenha, madeira serrada, painéis,
construções rurais, postes de eletrificação,
estacas de cerca e outros em menores proporções.
Diante desse quadro crítico, onde a escassez
de madeira é crescente, são necessárias
ações urgentes, não só
do governo mas também dos empresários
e investidores para uma maior articulação
dos diversos segmentos sócio econômicos
envolvidos na discussão e busca de soluções
para o grave problema do “apagão
florestal”.
|